Fiscal e tributário · · 1 min de leitura
Reta final para 2027: empresas devem revisar regime tributário e fluxo de caixa
Extinção do PIS/Cofins em janeiro de 2027 e novas regras de crédito tributário exigem revisão imediata de precificação e regime fiscal nas empresas.
Outubro é o período decisivo para o planejamento tributário do próximo exercício. A partir de 1º de janeiro de 2027, o PIS e a Cofins serão extintos, dando início à cobrança efetiva da CBS e às novas regras de crédito para empresas de todos os portes.
Decisão estratégica no Simples Nacional
Empresas optantes pelo Simples Nacional precisam avaliar duas modalidades com impacto direto na competitividade B2B:
Regime unificado (DAS): Mantém a guia única simplificada, mas transfere menos créditos tributários para clientes corporativos;
IBS e CBS "por fora" (regime regular): Apura os novos tributos separadamente, permitindo geração integral de créditos para clientes PJ e abatimento sobre despesas operacionais próprias.
3 ações para proteger o fluxo de caixa
No novo modelo de apuração assistida e split payment, o crédito tributário depende da liquidação financeira do imposto na etapa anterior. Para evitar perdas de capital de giro, a consultoria contábil recomenda:
Simulação tributária para 2027: Comparar Lucro Real, Lucro Presumido e as duas opções do Simples Nacional sem PIS/Cofins;
Auditoria de fornecedores: Mapear parceiros comerciais, já que fornecedores irregulares não geram crédito e encarecem a operação;
Revisão de preços: Recalcular margens e contratos para o cálculo "por fora" dos novos tributos.
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